Não consigo deixar de estar chocada com o facto de, com isto da gripe suína, ver que a muita gente o tema passa ao lado. É realmente grave, e aconselho à população, já que usa a internet para tudo e mais alguma coisa, ir procurar a definição de pandemia.
Mais uma vez o nosso país parece querer destacar-se e, já que não pode ser positivamente, que seja então pela negativa. Desta vez decidimos, ao contrário do mundo inteiro, ignorar esta terrível ameaça e deixá-la passar ao lado.
Em qualquer aeroporto que não português se passou, imediatamente, não só a aconselhar as pessoas a não viajar para o epicentro da pandemia, o México, mas também a fazê-las passar por testes que as impedem de viajar caso apresentem sintomas parecidos com os da gripe.
Passaram meia dúzia de dias e as vítimas, mortais e não mortais, tendem a aumentar numa velocidade exorbitante. Mas isso parece não ser sério o suficiente para sequer se ter o trabalho de pensar numa simples distrubuição de folhetos acerca do assunto. Os números triplicam e, segundo consta, já foi posto algo do género em prática, mas ainda não deve ser grave ao ponto de se colocar alguma espécie de protecção nos aeroportos, que são apenas a porta da frente por onde a gripe poderá entrar no país. Pelos vistos nem vai precisar de bater à porta.
Esta é também uma oportunidade para a população dar a conhecer a sua forte opinião sobre certos e determinados temas, e um bom exemplo disto será uma entrevista que a televisão nos trasmitiu. Dizia então a pessoa que decidiu cancelar a sua viagem ao México. Desta forma, proposta pela agência de viagens, uma possível alternativa seria uma viagem às Caraíbas, mas isso está completamente fora de questão. É que, segundo a lógica (pelo menos a dela), as Caraíbas estão por baixo do México. Ora, se está em baixo, vai a descer, e a descer chega lá muito mais depressa.
Mais uma vez o nosso país parece querer destacar-se e, já que não pode ser positivamente, que seja então pela negativa. Desta vez decidimos, ao contrário do mundo inteiro, ignorar esta terrível ameaça e deixá-la passar ao lado.
Em qualquer aeroporto que não português se passou, imediatamente, não só a aconselhar as pessoas a não viajar para o epicentro da pandemia, o México, mas também a fazê-las passar por testes que as impedem de viajar caso apresentem sintomas parecidos com os da gripe.
Passaram meia dúzia de dias e as vítimas, mortais e não mortais, tendem a aumentar numa velocidade exorbitante. Mas isso parece não ser sério o suficiente para sequer se ter o trabalho de pensar numa simples distrubuição de folhetos acerca do assunto. Os números triplicam e, segundo consta, já foi posto algo do género em prática, mas ainda não deve ser grave ao ponto de se colocar alguma espécie de protecção nos aeroportos, que são apenas a porta da frente por onde a gripe poderá entrar no país. Pelos vistos nem vai precisar de bater à porta.
Esta é também uma oportunidade para a população dar a conhecer a sua forte opinião sobre certos e determinados temas, e um bom exemplo disto será uma entrevista que a televisão nos trasmitiu. Dizia então a pessoa que decidiu cancelar a sua viagem ao México. Desta forma, proposta pela agência de viagens, uma possível alternativa seria uma viagem às Caraíbas, mas isso está completamente fora de questão. É que, segundo a lógica (pelo menos a dela), as Caraíbas estão por baixo do México. Ora, se está em baixo, vai a descer, e a descer chega lá muito mais depressa.