Venho, desta vez, por este meio convidar toda a gente a viver num mundo melhor e, quem sabe, sem estupidez. Se é isto que quer, tem toda a permissão para prosseguir para a frase seguinte. Muito bem. Ora, pode parecer complexo e impossível, mas a solução para este novo mundo está bem debaixo dos nossos narizes. Por favor, parem de utilizar a expressão dar um pulinho, a não ser que tenham mesmo a intenção de efectuar um. A sério.
Costuma acontecer-me apanhar do ar conversas que começam com qualquer coisa como “Vou dar uma festa, quero muito que vás” e que acabam com algo do género “Estou muito cansado/Tenho coisas para fazer, mas posso ir lá só dar um pulinho”.
Acabo de ouvir isto e, após ir à casa de banho fazer o que este tipo de conversas me dá vontade de fazer, ponho-me a imaginar em que sentido é que o facto de uma pessoa chegar à festa da outra, pular e, de seguida, ir embora, vai influenciar na felicidade de outra. Confesso que nunca ninguém foi a uma festa minha para dar um pulinho mas, se isso faz tão bem a quem vê o pulo acontecer, da próxima vez que estiver doente ou triste, ou até ambos, vou pedir a alguém que vá ao pé de mim pular. Pode ser que me sinta melhor.
Já que estou numa de relevar a estupidez de certas e determinadas expressões, aproveito para enfatizar também a parvoíce da expressão debaixo do nariz, que fiz questão de utilizar no início deste texto para poder falar nela e fazer deste um documento com mais palavras. Morte (no bom sentido) às pessoas que afirmam que algo está debaixo do nosso nariz quando, na verdade, não está. O que é quase sempre.
Costuma acontecer-me apanhar do ar conversas que começam com qualquer coisa como “Vou dar uma festa, quero muito que vás” e que acabam com algo do género “Estou muito cansado/Tenho coisas para fazer, mas posso ir lá só dar um pulinho”.
Acabo de ouvir isto e, após ir à casa de banho fazer o que este tipo de conversas me dá vontade de fazer, ponho-me a imaginar em que sentido é que o facto de uma pessoa chegar à festa da outra, pular e, de seguida, ir embora, vai influenciar na felicidade de outra. Confesso que nunca ninguém foi a uma festa minha para dar um pulinho mas, se isso faz tão bem a quem vê o pulo acontecer, da próxima vez que estiver doente ou triste, ou até ambos, vou pedir a alguém que vá ao pé de mim pular. Pode ser que me sinta melhor.
Já que estou numa de relevar a estupidez de certas e determinadas expressões, aproveito para enfatizar também a parvoíce da expressão debaixo do nariz, que fiz questão de utilizar no início deste texto para poder falar nela e fazer deste um documento com mais palavras. Morte (no bom sentido) às pessoas que afirmam que algo está debaixo do nosso nariz quando, na verdade, não está. O que é quase sempre.
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