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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Tentativa de elogio a algo fixe


Isto pode soar a absurdo, mas este texto vai ser escrito tendo eu como base o intuito de elogiar algo. Não é, de todo, minha intenção decepcionar - e passo a dar uso aos meus dez anos de vivência no Ribatejo utilizando a seguinte expressão - as pargas de leitores que, através deste blog, me vistoriam. Mas é que, pensando bem, se os blogs servem para criticar tudo e mais alguma coisa se calhar também o posso fazer de uma forma positiva. Mesmo não me dando tanto gozo…
Ora, tendo em conta a data de hoje (se for erudito ao ponto de efectuar cálculos daqueles mais ou menos simples em que se utiliza, normalmente, um mais, ter-se-á dado conta, desde há vinte e cinco palavras atrás, deste “algo” que vou aplaudir dentro de momentos), pode chegar-se à conclusão de que dois dias é o tempo aproximado de que alguém como eu precisa para recuperar minimamente de uma série de concertos e poder, assim, escrever sobre eles. Estou então a falar do primeiro dia do Optimus Alive do presente ano.
E o que eu tenho a dizer sobre este acontecimento é:

Foi bonito.
Porque é que foi bonito? Porque sim. Se quer saber o motivo, é porque não lá esteve. Se não lá esteve: estivesse. (Este é aquele momento em que, sem querer, deixo cair a máscara e me revelo, por breves instantes, matreira; mas, apercebendo-me a tempo, disfarço com toda a subtileza e o leitor passa a ter, outra vez, exactamente a mesma opinião - seja lá qual for - que tinha antes de ler esta parte do texto.)
Confesso que não sou muito boa nisto de elogiar coisas, mas garanto que dei o meu melhor ao compor este meu depoimento de duas palavras sobre o festival.
Contudo, como não podia deixar de ser, há algo que me indigna: ia sendo distribuído, por quem entrava no evento, uma série de colares de flores, parecidos com aqueles que as pessoas insistem em usar no Hawai, mas cujos fios piscam. Em dois sítios! Apesar de achar aquilo um bocado maricas, usei, à cintura: é que, unido ao colar, havia um mini cartaz do evento, com horas e tudo. Por acaso até deu jeito, mas, como foi exposto ali em cima, já passaram quase dois dias. E não é que esta porcaria ainda não parou de piscar? Já agora, aproveito a boleia das piscadelas para verificar até que ponto sobrevivem, mas o facto é que fico, obviamente, abespinhada com isto.

4 comentários:

  1. Com ceninhas maricas que piscam ou não, só gostava de ter lá estado para ver Lamb of God... A sério...

    Metal is the LAW!!

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  2. Sendo assim, tenho pena de ti por não teres lá estado. 8D

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  3. tb estive la no sabado.... a curtir as pargas... foi brutal!!! :D

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